Conheça as 4 doenças dentárias mais comuns no Brasil

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As doenças dentárias preocupam todos nós, afinal, sempre nos foi dito que o sorriso é a moldura do rosto! Portanto, um dente amarelado ou manchado, por exemplo, pode acabar com nossa vontade de sorrir e, com isso, nossa autoestima vai sendo minada a cada dia. Nos dias de hoje, uma arcada alinhada e bonita é importante até para a vida profissional!

Felizmente, a maioria dos problemas é de prevenção simples e tratamentos pouco complicados. Com um pouco mais de cuidado e visitas regulares ao dentista, você pode ter resultados incríveis. Confira o conteúdo a seguir, conheça as doenças dentárias mais comuns no Brasil e veja como evitá-las:

Quais são as doenças dentárias mais comuns?

1. Escurecimento e desgaste dentário

O escurecimento e o desgaste dentário estão entre os males bucais mais indesejáveis para qualquer pessoa. Eles se tratam do processo de envelhecimento que ocorre com os dentes à medida que nos alimentamos.

Algumas pessoas apresentam maior predisposição do que outras para ficar com dentes desgastados e amarelados e, mais do que estética, acabam perdendo a proteção natural dos dentes, experimentando problemas como fraturas, bruxismo e complicações ainda maiores, tais como canal, fratura e até perda do dente.

Quanto ao amarelamento, pode estar indicado o clareamento, mas só o cirurgião-dentista pode fazer o diagnóstico e seleção da melhor alternativa de tratamento. O lado bom dessa história é que dispomos atualmente de técnicas bem eficazes, como o laser.

2. Cárie

Com certeza, você já deve imaginar que a cárie é uma das doenças dentárias mais comuns no Brasil e, também, no mundo. Ela é causada por vários fatores: mas, o principal, é o consumo de açúcar industrializado mais do que três vezes por dia.

O principal indício é a cavitação, ou seja, um pequeno orifício que fica no dente e muitas vezes só pode ser identificado pelo profissional dentista. Outros sintomas podem surgir, como dor, sensibilidade e a descoloração do dente. O ideal é preservar o elemento dental, de forma que a extração seja considerada apenas como um último recurso.

Felizmente, o tratamento da cárie é muito simples em seus estágios iniciais, pois uma restauração é suficiente para resolver grande parte dos casos. Em situações mais graves, quando a pessoa adiou bastante a ida ao dentista, além de uma dor terrível, ela poderá ter de se submeter a um tratamento mais complexo — o famoso canal — ou mesmo extrair o dente.

A prevenção, neste caso, também não é nada complexa: em linhas gerais, basta escovar os dentes de maneira eficaz correta , no mínimo, uma vez ao dia — antes de dormir, após acordar e depois das refeições principais. Mas, principalmente, é fundamental reduzir a ingestão de açúcar industrializado para menos de três vezes ao dia.

3. Pulpite

A pulpite pode surgir como uma consequência de uma cárie dentária não tratada que, ao ultrapassar o limite do esmalte, acaba invadindo a região da polpa do dente. Como é de se imaginar, os sintomas acabam sendo mais fortes e as consequências podem ser mais severas. Há, então, duas evoluções comuns nesse quadro: a crônica e a aguda.

A aguda é a evolução normal de uma cárie que invadiu grande parte de uma das faces do dente ou pode ser também o resultado de uma restauração malfeita. Seu principal sinal é a dor aguda muito forte, que leva a maioria das pessoas rapidamente ao dentista e acaba favorecendo o tratamento imediato.

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A chamada forma crônica da pulpite corresponde à cárie dentária que evolui sem causar dores e com um crescimento menos agressivo. Como geralmente não há um incômodo muito forte, muitos pacientes comentem o erro de não tratá-la, o que pode levar à posterior extração do dente ou até septicemia e morte do paciente. Isso mesmo, a infecção dentária pode até levar a óbito.

4. Halitose

Mais conhecida como mau hálito, ela não é uma doença propriamente dita, mas um sintoma bastante incômodo. Por exemplo, a placa bacteriana e as cáries não tratadas podem gerar mau cheiro, que é facilmente perceptível, especialmente pelas pessoas ao redor.

Outra origem muito comum da halitose é a gengivite: uma infecção bacteriana nas partes moles da boca. A saburra lingual, que é a placa bacteriana esbranquiçada ou amarelada que pode recobrir a língua, também pode contribuir para que esse problema tão indesejável apareça.

O odor pode ser tão forte que compromete a autoestima e a autoconfiança do paciente, que, de forma errada, associa o problema a doenças estomacais, quando, na verdade, uma simples limpeza de dente, mucosa, língua e o uso de fio dental seriam eficazes. O tratamento da gengiva e a profilaxia profissional para a remoção do tártaro e da placa bacteriana são importantes.

Como evitar essas doenças dentárias?

Como vimos, a dica para evitar todos esses problemas é manter uma boa higiene oral. É fundamental escovar os dentes sempre após as refeições e antes de dormir, pois os restos de comida alimentam as bactérias nocivas que causam a maioria dessas patologias.

Também não abra mão do uso do fio dental, pois ele é indispensável para uma limpeza completa. Pode-se completar a assepsia com a utilização de produtos antissépticos específicos ou enxaguantes bucais. Por fim, não se esqueça de trocar a sua escova dentária a cada três meses.

Como escovar os dentes corretamente?

É essencial que você saiba que uma boa escovação não deve durar menos do que três minutos, portanto, não tenha pressa. Faça movimentos curtos e suaves, de forma que você não acabe machucando as partes moles, como as gengivas.

Escove bem a superfície do dente responsável pela mastigação. Bochechas e língua também devem ser escovadas, pois são nestas regiões que estão o maior número de bactérias; enxágue bem toda a boca. Você pode finalizar usando antisséptico, se recomendado pelo seu dentista.

Viu como cuidar dos dentes é essencial para manter seus dentes sempre lindos? É necessário escovar e passar fio dental diariamente. Uma rotina que muitos esquecem é a ida periódica ao dentista. Ele não é somente o profissional que soluciona os problemas, mas também ajuda nas medidas preventivas.

E agora, já aprendeu tudo sobre as doenças dentárias mais comuns? Quer ficar sempre em dia com as melhores dicas para a sua saúde bucal? Então não deixe de curtir nossa página no Facebook e acompanhar todas as novidades!

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